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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Transformers: Uma Máquina Para Porcos | Capítulo 02

Entrei no tal corredor e todas as portas dele estavam fechadas, a não ser uma a do escritório. Foi quando um telefone tocou. Lá dos escritório. Mais o que será isso?

-Alô?
-Precioso fruto do cacto da águia...por favor nos ajude!

Desligou. Quem era? Bom, andando e vasculhando o escritório, eu acho mais uma das cartas do meu diário.

7 de Novembro de 2008
O Banco está recusando o crédito, suíno ignorante. Sento-me sozinho a noite e choro, depois de Arcee e os criados pegarem no sono, quando já não podem mais me ouvir. Meu amor, como eu preciso de você agora. Eles disseram que acabei com minha fortuna, que o investimento nessas máquinas de últimas geração arruinou o nome da família. O que?Eu deveria continuar sendo o açougueiro local?

O Que são estes dois braços em comparação a multidão que pode ser usada, sem pagamento, sem descanso, adaptando os mecanismos nos teares e nos moinhos? Mas, se o banco bater o pé, não dará em nada. Se eles vierem pegar a casa, juro que eu os matarei. Matarei todos eles. Pegarei o meu rifle...o meu rifle...

O Meu rifle...me lembrei de uma passagem secreta que tinha aqui. Tinha que empurrar um  dos rifles que estão aqui, mais qual deles? O Primeiro, o segundo ou o terceiro? Acho que é o terceiro. Hum...veja só a porta se abriu, não me lembro dessa passagem mais sei que é importante então é melhor eu entrar.

Agora lembrei desse lugar...era como um espionamento pelos quadros. Veja...o que é isso na mesa de onde eu estava? Não tinha essa máscara de porco quando eu estava lá. Mais o que está acontecendo afinal? Quando cheguei em um lugar, eu fiquei estranho tinha fotos bizarras aqui. O Que está acontecendo?

-No nascer de um novo período, na era da razão. Um império enriqueceu demais, ficou no ponto para o abate.

Que voz foi essa? Que estranho...muito estranho...bizarro...enfim...então olha, tem uma alavanca aqui, só puxar e olha, o final dela. Mais portas fechadas e só uma aberta, então, não há outra escolha. Terei que entrar nela, então...vamos lá.

Entrei no outro andar e ouvi barulhos estranhos. Não gosto de nada disso, e perto de um abajour, mais uma carta.

Diário de Arcee, 3 de Outubro de 2009
Optimus disse que não era pra eu levar o Zetinha para brincar com os animais. Estávamos brincado com Cook, mas ele apareceu e gritou comigo. Cook disse que é por causa das armas mais ele sempre deixava a gente ver elas, então não deve ser isso. De qualquer forma, aquela sala é amaldiçoada. Se andar por lá á noite, dá para ouvir os fantasmas nas paredes atrás das estantes. Geralmente eles estão com raiva, ou é o que parece. Achamos que é por isso que dá para ouvir quando eles batem nas correntes, fecham a porta com força e coisas assim. Não gostamos de lá mesmo.

Pobre Arcee...acreditava que era um fantasma. Mais na verdade...era só a passagem secreta que tem por lá. Fui descendo as escadas e ouço outra vez a voz da minha linda Arcee.

-Por aqui, Optimus. Venha ver.

Fui até lá embaixo e tudo estremeceu e comecei a ouvir a voz de Arcee de novo, até chegar na sala de bilhar, onde tinha mais um gravador.

-Meu caro amigo, lamento dizer, mais você está péssimo. É, acho que peguei alguma coisa lá no lago Tenebris. Eu te entendo você sobreviveu e construiu um grande império. Você é incrível, você é demais. E Tudo isso...sozinho.

Enquanto eu andava, eu não sei sabe, parece que...estranho e quando eu entro em um corredor, eu me assusto com o telefone que estava tocando. Foi horrível, mais eu atendi.

-Optimus...você me conhece?
-Quem é você? Onde está a minha mulher?
-Presa, Prime. Muito abaixo de nós. A Máquina está obstruída, está violada, está imundada. Ela está presa. Se você me ajudar, posso liberta-la. Religue a energia, Prime. Drene a água e reinicie os motores grandes.
-Aonde devo ir? Olá...olá?

Eu...já não sei mais o que fazer...

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