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sábado, 29 de março de 2014

Transformers: Uma Máquina Para Porcos | Capítulo 09

Entrando a dentro desse lugar, nossa mas isso...parece uma...cela...como se guarda animais. Mas...ouço barulhos...isso não é bom.

-Ouça Optimus. Coloque a concha nos sensores auditivos. Dá para se ouvir o mar...

Arcee? Ela...deve estar aqui, em algum lugar. Mais o que? Ouço barulhos. Por que minha lanterna está piscando? Tem alguma coisa errada aqui.

-Socorro!

O QUE??? FILHA DA PUTA!!! QUE SOM É ESSE? O Que? Mas...o que é isso? Tem...humanos nas gaiolas. Fui até uma, puxei o pano que estava cobrindo e vi um homem, com as roupas rasgadas e muito machucado.

-Você...é um deles? – diz o homem.
-Não, cara. Eu vim aqui ajudar. Estou procurando minha esposa e meu filho.
-Me tire daqui, por favor, me tire.
-Calma. Qual seu nome?
-Spike. Spike Witwicky.
-Calma, eu vou te soltar. Só me aguarde, por favor.
-Cuidado, ele está por aqui, nos vigiando.
-Quem está aqui?
-O porco!
-Porco? Mais que porco?
-O Porco. Aquele do altar. Eu não sei mas...eles conseguiram modificar um deles para tentar criar uma espécie que seja igual os humanos e os robôs.
-Está dizendo que...
-Essa criatura é metade porco, metade máquina.
-Não se preocupe. Eu vou te soltar.
-Por favor, volte logo.

Metade porco metade máquina...eu sabia que O QUE É ISSO??? É O PORQUINHO!!! Ele...foi para a direita, quando eu tava descendo as escadas. Onde é que eu vou? Eu vou para o lado contrário do porquinho. Parece que Grimmy não voltou. Ainda bem.

Minha lanterna tá piscando muito, mais...eu tenho que salvar o Spike de qualquer jeito. Nossa, mais eu entrei em um lugar muito estranho, mais...essa igreja é de Unicron, só pode. Pelo amor...

Nossa, mais isso é uma cela ou um canil? Meu...ah não...não. Tem um porquinho aqui...ai ai ai. Tem um porquinho aqui. Vou me esconder, como nos velhos tempos. Ai porquinho...mais nossa...ele deve ser cego. Ele...não tem uma pata e a outra é feita de metal. Parece...nossa, não pode ser que eles conseguiram reviver Grimmy.

Não, Optimus. Não é Grimmy. Você tá viajando cara...eu acho.

Meu Primus...que bicho estranho. Isso mesmo vai embora e não me incomode. Isso mesmo, suma da minha frente, bicho infernal. Bem...vamos avançar. Ai, por que eu to seguindo ele? Meu Primus...meu Primus...ai...ele passou bem na minha frente e não me viu. Ai meu Primus eu saí ainda bem.

Nossa, subi uma escada e...acho que saí do lugar. Sim, eu saí do lugar, claro. Agora estou na rua, com muita gente por sinal. Nas ruas de Nova York, bem na Times Square.

-Água nos sapatos dele...sempre a água e as faíscas das brasas das rodas...Está muito ossudo. Até demais.

Olha o que eu achei. A minha fábrica de Automatons, é lá embaixo que está a água que prende Arcee e meu filho. Entrei nela e senti um calafrio estranho. Nossa, mais um gravador.

-Estes homens, Ratchet, estes homens eram vistos como “Homens de Visão”. Eles prendiam as massas a uma roda e as giravam até as suas costas quebrarem. Tudo pelo opiato, a sedução do lucro. Os imbecis que o servem, os padres, os funcionários públicos, o...governo...Eles nos fazem de porcos!
-Mais qual a solução meu caro? Como quebrar o ciclo? Não é possível simplesmente tirar a promessa de um mundo melhor desses imbecis. Nos abrigos, nos orfanatos a crença em Primus é um único socorro que um individuo tem. Não precisamos esperar. O Mundo robótico está chegando. Podemos acelerar a paixão. Com um pequeno sacrifício, a “Quarta Revolução Industrial” chegará, com as máquinas e a nanotecnologia.

Eles gostam de falar, mais agora...não me resta outro lugar, a não ser a Sala dos Pistões.

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