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domingo, 13 de abril de 2014

Transformers: Uma Máquina Para Porcos | Capítulo 16

O que? Eu drenei a água. Minha Arcee está salva. Eu venci e o sabotador perdeu. Meu spark bate mais forte pois vou encontrar a minha amada. Lembro quando Arcee estava em nossa cama e me disse para ser homem. Sim, exatamente o que vocês pensaram. Estou bem perto do fim, desse pesadelo.

Ótimo achei o lugar que eu queria ir. Ai, aquele mecanismo outra vez. Muito bem. Puxa alavanca de trás, gira a válvula da esquerda, puxa alavanca do meio depois gira a válvula da direita e puxa outra vez a alavanca de trás e pronto a porta se abriu. Certo, acho que agora eu vou para a parte final.

Cheguei em um lugar propício a ter porquinhos, mais enfim e agora...cartas, mais cartas...

15 de Março de 2009

Encolhido no meu beliche, muito doente e tomado pelo suor. Eles limpam o quarto, mas só ouço a voz da rocha mais suave. Ela canta para mim, e eu sonho com uma grande máquina.

Construíremos um novo mundo a partir das ruínas do antigo. Plantaremos flores na caixa torácica podre e as deixarem crescer para impedir que o céu caia. Eu me lembro de como ele sussurrava para mim enquanto estávamos doentes e ofegantes. E eu me lembro de quando chegamos em Southampton e choramos, pois era um sacrilégio o fato de ele ter cantado para mim.

Quando chegamos á Nova York e o coloquei na cornija da lareira, fui para casa buscar os servos e começamos a retrabalhá-lhos, e depois fui ao jardim e enterrei as migalhas dos crânios sob as protuberâncias chorosas dos rododendros.

Sim, acho que esse é o fim, estou indo pegar você meu amor depois de tudo que passei e o meu encontro nada agradável, vai valer a pena eu sei que vai. Mais enfim...tá na hora de descer aqui.

-Então, viemos á Nova York, e você me colocou na cornija da lareira. Depois você entrou na casa, reuniu os serviçais, e nós começamos, você e eu, retrabalhá-los. Aí você foi ao jardim e enterrou as migalhas de crânio sozinhos. Por sua mulher, Prime. Poupe-a do que você criou para o mundo. Por todos nós!

Agora vou para o elevador. Meu Primus...eu cheguei...na máquina...aquela que me assombrava. Que lugar é esse? Será que é ela mesma? Estou assustado, porem maravilhado e quem era aquele falando no meu coinciente? Bom...eu estou na última sala então...eu acho que esse é o fim.

Cheguei em um lugar onde tinha hastes. A sala principal acho. Mais um rádio.

-E eles não sentem dor. O processo é inteiramente humanitário.
-Humanitário, Ratchet? É assim que julgamos o nível aceitável de sofrimento pela condição humana? Peça ao pedinte, Ratchet. Peça ao órfão, peça à prostitua. Peça aos famintos, aos fracos, aos doentes, ao imundos, Ratchet. PEÇA PARA ELES DEFINIREM O QUE É HUMANITÁRIO!!!

Ratchet tinha muita obsessão quando o caso era “um mundo melhor”, mais ele se esquece dos Humanos que vivem neste planeta. Ele quer Cybertron de volta, e acha que a Terra pode ser o melhor lugar para isso, mais ele está errado. Completamente errado.

Bom, o que é isso, parece ser um mecanismo acho. Vamos ver o que ele faz. Hum...um puzzle bem intrigante. Tem vários botões pra puxar. Puxei alguns, mais não me lembro o que fazia. Tinha uma escada que levava ao andar de baixo e o que eu vou fazer? Descer né. Como sou inteligente, vou descer né.

Desci e vi o tal mecanismo, ah agora sim entendi. Tinha um buraco fechado. Só para explicar, tinha vários buracos, que se abram como se fossem escotilhas. Então, tinha que abrir e agora eu entendi o que aqueles botões fazem. Tem que ligar todos os tubos até os buracos e algo se abre pelo que me lembro.

Pronto, agora que tá aberto, vou lá ver de novo. Voltei pra lá e apertei o botão. Quando eu voltei para as máquinas, nada tinha acontecido. Pronto, puxei o botãozinho e pronto, ela ligou. Mas...não aconteceu nada. E agora uma música macabra fica tocando. Melhor eu voltar, vamos ver...ah é esse aí. Muito bem, agora tenho que ativar as máquinas outras vez e vamos ver, não se preocupe Arcee, estou chegando para você.

-Rápido, rápido, o ar está escasso. O rosto dela está azul, Prime. Ela está sufocando, sufocando.

Tá, cheguei uma sala e vi uma máquina, vamos é só puxar.

-Optimus! Optimus!

Mais que barulho é esse? Eu...acendi as luzes, acho. Melhor eu saí daqui.

-Agora, Prime, liberte-a. Liberte-a!

Sim, vou a libertar, finalmente, vou a libertar!!!!!! MAIS O QUE? A porta se fechou, tudo se fechou!!!! AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!

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